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		<description>Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS </description>
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			<item>
				<title>Pesquisador propõe alteração na maneira de lecionar interações intermoleculares</title>
				<description>&lt;p style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Acontece nesta sexta-feira, dia 26 de fevereiro às 08h30, no anfiteatro do Departamento de Química, o Seminário de apresentação de dissertação do mestrando Alexandre Geraldo Viana Faria, do programa de pós-graduação em Ensino de Ciências.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Intitulada Densidade X Forças Intermoleculares uma proposta de superação de um obstáculo epistemológico, a tese aborda o conceito que os alunos do 1º ano do ensino médio, de diferentes escolas de Campo Grande, têm sobre a miscibilidade entre água e óleo, e o pesquisador propõe alterar a maneira com que os professores lecionam e explicam as interações intermoleculares.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Fazem parte da banca examinadora, os Professores Doutores do Departamento de Química da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), a orientadora do mestrando, Prof.ª Dra. Maria Celina Piazza Recena , o Prof.º Dr. Dario Xavier Pires, o Prof.º Dr. Onofre Salgado Siqueira e o Prof.º Dr.Marcelo Carbone Carneiro do campus de Bauru da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Ana Paula Banyasz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/23</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Cinco editais estão abertos pela FUNDECT </title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Além da concessão de bolsas de mestrado e doutorado em Mato Grosso do Sul e em outros estados, os editais têm como objetivo conceder apoio financeiro à execução de projetos de pesquisa científica e tecnológica desenvolvidos em parceria com órgãos públicos nas esferas municipal, estadual e/ou federal; e à organização e realização de eventos regionais, nacionais ou internacionais de reconhecida relevância científica e tecnológica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Confira abaixo os links, os objetivos e os períodos de inscrições para os editais:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://sigfundect.ledes.net/edital_blank.php?id=299&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Chamada FUNDECT N° 01/2010 PPMS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Seleção Pública de Projetos de Pesquisa em Políticas Públicas para o Estado de Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Período: &lt;/b&gt;26 de Janeiro de 2010 a 25 de Março de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://sigfundect.ledes.net/edital_blank.php?id=298&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Chamada FUNDECT N° 02/2010 PAE&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Seleção Pública de Projetos para Realização de Eventos Técnico-Científicos no Estado de Mato Grosso do Sul Abril à Setembro de 2010&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Período: &lt;/b&gt;26 de Janeiro de 2010 a 02 de Março de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://sigfundect.ledes.net/edital_blank.php?id=294&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Chamada FUNDECT N° 15/2009 POSGRAD - Mestrado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Seleção Pública de Bolsistas de Mestrado em Instituições de Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Período: &lt;/b&gt;30 de Novembro de 2009 a 25 de Fevereiro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://sigfundect.ledes.net/edital_blank.php?id=295&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Chamada FUNDECT N° 16/2009 POSGRAD - Doutorado MS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Seleção Pública de Bolsistas de Doutorado em Instituições de Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Período: &lt;/b&gt;30 de Novembro de 2009 a 25 de Fevereiro de 2010&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://sigfundect.ledes.net/edital_blank.php?id=296&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Chamada FUNDECT N° 17/2009 POSGRAD - Doutorado País&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Seleção Pública de Bolsistas de Doutorado em Instituições do País&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Período: &lt;/b&gt;30 de Novembro de 2009 a 25 de Fevereiro de 2010&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Ariane Comineti&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/21</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Microscópio de varredura permite análise dos elementos químicos</title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Foi por meio do projeto desenvolvido de 2004 a 2006, para a implantação de um laboratório de apoio a pesquisas científicas e tecnológicas e atendimento de análises para instituições públicas e privadas, que o microscópio eletrônico de varredura foi designado à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O projeto foi desenvolvido por professores do Centro de Ciências Exatas e Tecnologia (CCET) da Instituição e deixou como patrimônio para a UFMS o equipamento único no Estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A professora Angela Tardivo Delben participou do projeto e hoje é uma das duas pessoas responsáveis pelo manuseio do aparelho. &quot;É preciso muito treinamento para utilizar um equipamento tão caro como esse&quot;, comenta. A professora Angela e a professora Marlene de Barros Coelho participaram de um curso sobre microscopia na Universidade Federal de São Carlos e estiveram à frente do I Encontro de Microscopia Eletrônica de Mato Grosso do Sul, realizado em 2005 por meio de uma parceria entre a UFMS e a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A exigência do edital aberto pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) em 2005, o qual proporcionou a compra do microscópio, era o laboratório ter no mínimo 20 usuários. &quot;Aqui nós ultrapassamos isso, abrimos para o uso de toda a comunidade acadêmica da Universidade e de outras instituições de ensino&quot;, conta a professora que lembra que a utilização do equipamento acontece mediante o pagamento de uma taxa, diferente para o público interno e o externo. Há ainda outra condição que altera os preços: &quot;Os interessados optam por pagar uma taxa menor e dividir a publicação, ou seja, o pesquisador citar o laboratório no artigo; ou pagar a taxa inteira&quot;, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O microscópio é utilizado para análise dos mais variados tipos de amostra, mas, sempre de materiais inorgânicos ou orgânicos biominerais materiais que têm pouca água na composição como amostras de tecidos secos, fios de cabelo, pedaços de unha e fósseis de sistemas biológicos.  &quot;O microscópio é bastante requisitado pelo pessoal da patologia da veterinária, da engenharia ambiental, da química, da física, da odontologia, da engenharia civil, da medicina e de outros cursos&quot;, explica a professora Angela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;(1) &lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;width:268px;height:199px;&quot; src=&quot;http://www-nt.ufms.br/manager/titan.php?target=openFile&amp;amp;fileId=284&quot; /&gt;  (2) &lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;width:273px;height:199px;&quot; src=&quot;http://www-nt.ufms.br/manager/titan.php?target=openFile&amp;amp;fileId=285&quot; /&gt;   (3) &lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;width:278px;height:198px;&quot; src=&quot;http://www-nt.ufms.br/manager/titan.php?target=openFile&amp;amp;fileId=290&quot; /&gt;  (4) &lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;width:272px;height:199px;&quot; src=&quot;http://www-nt.ufms.br/manager/titan.php?target=openFile&amp;amp;fileId=289&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Microscópio permite visualizar a textura de uma alga (1), da antena de um pernilongo (2), de um fio de cabelo (3) e de uma lagarta (4).  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;ELETRÔNICO DE VARREDURA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O diferencial do microscópio eletrônico de varredura está na ampliação da amostra. Dependendo do material e da calibração do sistema o microscópio permite uma ampliação de até 300 mil vezes produzindo uma imagem tridimensional com uma profundidade de campo que outras técnicas não conseguem atingir. Outra vantagem é a análise da composição de certos tipos de materiais como explica a professora Angela: &quot;Com esse microscópio é possível ver claramente moléculas de alguns tipos de materiais e distinguir os elementos presentes nelas&quot;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Manter um microscópio como esse demanda investimento e cuidados. Os materiais de consumo, empregados na preparação das amostras e na própria utilização do aparelho são caros e muitos são importados. Ouro, argônio, grafite, tinta prata, gases de alta pureza, e dióxido de carbono são alguns dos elementos. A manutenção do microscópio também necessita de investimento. &quot;Mesmo que não utilizemos o aparelho temos de repor o nitrogênio da máquina a cada dois dias. A temperatura do espaço físico onde fica instalado o microscópio tem de estar sempre entre 18 e 20 graus por isso o ar condicionado fica ligado direto&quot;, explica a professora, que complementa: &quot;fora isso temos de pagar um técnico para fazer a calibração e a manutenção preventiva do equipamento, e para isso há um custo de R$ 4.100 por dia, fora as passagens aéreas do técnico&quot;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A professora Angela conta que o equipamento é único no Estado e que por não haver material similar em Mato Grosso a UFMS acaba recebendo também amostras do estado vizinho.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;img alt=&quot;&quot; style=&quot;width:411px;height:316px;&quot; src=&quot;http://www-nt.ufms.br/manager/titan.php?target=openFile&amp;amp;fileId=291&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Professora Angela Delben é uma das duas pessoas responsáveis pelo manuseio do aparelho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ariane Comineti&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/22</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>UFSC abre inscrições para Doutorado em Engenharia Ambiental para membros da UFMS</title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Entre o período de 15 de dezembro de 2009 a 10 de fevereiro de 2010 ficarão abertas as inscrições para o Processo Seletivo visando à seleção de candidatos para preenchimento de vagas no curso de Doutorado Interinstitucional (DINTER) oferecido pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), para membros da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;O curso de Doutorado em Engenharia Ambiental tem como público alvo preferencialmente candidatos com formação nas áreas de Engenharia, Ciências Exatas e Biológicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Os candidatos devem encaminhar toda a documentação necessária exigida em edital juntamente com a proposta de Pesquisa contendo Objetivos, Justificativas, Metodologia, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Os formulários de inscrição, publicação da lista final de candidatos inscritos, lista de professores e pesquisadores, informações sobre áreas estudo, disciplinas, linhas de pesquisa, resultados do processo seletivo estão disponíveis no site &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ppgea.ufsc.br&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;www.ppgea.ufsc.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Karolina Dallegrave&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/20</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>UFMS tem 54,2% dos aprovados em bolsas da Fundect</title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Foram enviados a Fundect ao total 292 projetos, sendo que da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) foram enviados 146 projetos. A Universidade teve aprovados 58 projetos e 111 deles foram enquadrados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;As bolsas de iniciação científica têm por objetivo despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais, mediante a participação em projetos de pesquisas orientados por pesquisadores atuantes e qualificados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Para ver a lista dos aprovados basta acessar: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://fundect.ledes.net/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;http://fundect.ledes.net/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Karolina Dallegrave &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/18</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Universidade oferece três novos doutorados em 2010</title>
				<description>&lt;p style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;No ano de 2009 a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) implantou três novos doutorados, todos aprovados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). As novas pós-graduações contemplam áreas de grande crescimento e que exploram potencialidades do Estado. Estes três novos doutorados serão fundamentais, pois não vão gerar conhecimento apenas para a Universidade, mas para todo o Centro Oeste. Sem desenvolvimento cultural, educacional e sem a realização de pesquisas a região não cresce, e eu acredito que a UFMS seja o ponto de partida para tudo isso, explica o Pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, professor Dercir Pedro de Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tecnologias Ambientais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o projeto apresentado a CAPES pelo coordenador do programa de pós-graduação em Tecnologias Ambientais da UFMS, professor Teodorico Alves Sobrinho, as políticas de investimento do Governo Federal têm incentivado o financiamento de projetos de pesquisa e inovação tecnológica para as regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte do País. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O programa teve início com o curso de Mestrado em Tecnologias Ambientais, implantado em 2001, já diplomou 94 mestres e obteve nota quatro na avaliação do último triênio efetuada pela CAPES, cuja nota máxima é cinco. A avaliação positiva permitiu a elaboração da proposta do curso de doutorado no programa. Nossa expectativa é que o trabalho de formação de recursos humanos qualificado, iniciado com o mestrado, tenha continuidade, explica o professor Teodorico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O Doutorado em Tecnologias Ambientais tem início previsto para março de 2010 e o edital do processo seletivo está publicado no site da pós-graduação www.pgta.ufms.br. A seleção acontecerá no início de fevereiro de 2010. A pós-graduação, em nível de doutorado, terá duração de 36 a 48 meses e estão previstas cinco vagas. Dentre as linhas de pesquisa previstas estão Recursos Hídricos, Tecnologias de Controle da Poluição, e Diagnóstico e Avaliação de Impactos Ambientais. Os alunos desenvolverão pesquisas e terão conhecimentos sobre a melhor utilização, conservação, reuso e gestão das águas, nos aspectos qualitativo e quantitativo, nas fases aéreas, superficial e subterrânea; além de estudos relativos à avaliação de impactos ambientais e controle da poluição.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ciência da Computação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o professor Marcelo Henriques de Carvalho, coordenador da nova pós-graduação, o recém-aprovado doutorado em Ciência da Computação teve seu projeto submetido à CAPES em abril deste ano. Há muito tempo o doutorado é esperado pela comunidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A aprovação foi divulgada pela CAPES em 12 de novembro de 2009. Temos previsão de iniciar as inscrições em abril de 2010, a seleção em maio e a matrícula em junho para que o curso tenha início em agosto. Ainda não temos um número de vagas definido, mas acredito que seja próximo de seis, explica o professor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A pós-graduação é voltada para mestres em Ciência da Computação ou áreas afins e tem duração prevista para quatro anos. Dentre as linhas de pesquisa a serem contempladas estão Sistemas de Computação, Sistemas de Informação e Teoria da Computação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O novo doutorado, único na área de Ciência da Computação na região Centro-Oeste, recebeu conceito 4 da CAPES e será desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio da modalidade chamada multiinstitucional. As disciplinas serão oferecidas tanto aqui na Faculdade de Computação (FACOM) da UFMS quanto no Instituto de Informática da UFG. O intercâmbio de professores será importante, pois assim as instituições complementarão as necessidades uma da outra. Juntos temos um grupo de pesquisa forte e bem estruturado, elucida o professor Marcelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ciência Animal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Em 2010, o projeto acalentado nos últimos anos pelos professores do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal irá se materializar com a implantação do Doutorado de mesmo tema. A pós-graduação irá oferecer as áreas de concentração em Produção Animal e em Saúde Animal. O Programa de Pós-graduação teve início com o Mestrado em Ciência Animal, que começou suas atividades no ano de 2002 e atualmente conta com a dedicação de 31 professores, e sete pesquisadores permanentes, além de colaboradores da própria Instituição, de diversas unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e de outras Instituições de Ensino Superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
No intervalo de agosto de 2004 a setembro de 2009 ocorreram 107 defesas de dissertações. O corpo docente tem se esforçado para elevar sua produção científica, buscando periódicos internacionais e Qualis A, o que foi determinante para o conceito 4 da CAPES no ano de 2007. O doutorado foi aprovado na gestão da coordenadora Maria da Graça Morais. Atualmente o coordenador da pós-graduação é o professor Gumercindo Loreano Franco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Ariane Comineti&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/19</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Centro-Oeste tem rede de Pesquisa e Pós-graduação aprovada</title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;A Rede tem por objetivo melhorar o Ensino e a Pós-graduação da Região, melhorando assim os Recursos Humanos necessários para o advento do conhecimento sobre o Cerrado e o Pantanal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Segundo a coordenadora de Pós-graduação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Maria Rita Marques, queremos com a Rede desenvolver projetos de pesquisas mais consistentes e avançados no conhecimento da Biodiversidade e na exploração sustentável do Pantanal e Cerrado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;A UFMS participou efetivamente do processo para a criação da Rede, principalmente na elaboração do projeto, que foi sugerido inicialmente pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Ministério da Educação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Ao total, mais de 400 professores irão auxiliar a produção de 330 trabalhos de pós-graduação ligados ao Cerrado e ao Pantanal, de 15 instituições de Ensino Superior da Região. Eles irão abordar temas como a inovação tecnológica, geodiversidade e biotecnologia dos biomas.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;O projeto, com a duração de cinco anos, necessita de R$ 150 milhões em recursos para colocar as ações em prática. A expectativa é que as atividades comecem em 2010. As Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) regionais já se comprometeram a investir R$ 50 milhões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;O lançamento oficial da Rede acontece dia 23 de novembro em Brasília, com a presença de vários Ministros. Cada IES não sabe ainda qual é e como vai ser feita a distribuição dos recursos.  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Karolina Dallegrave&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/14</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Recomendado Doutorado em Ciência da Computação</title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC) divulgou no dia 12 de novembro os resultados da apreciação de propostas de cursos novos de 2009, dentre as aprovadas estava a de Doutorado em Ciência da Computação, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), hoje o único da Região Centro-Oeste em Computação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;As propostas foram analisadas e recomendadas durante a 113ª Reunião do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES), entre os dias 27 a 30 de outubro, em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A UFMS já possui Mestrado em Ciência da Computação desde 1999, que foi avaliado em 2008, com a nota 4. A pós-graduação já formou 47 Mestres e tem hoje 43 alunos matriculados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Nalvo Franco de Almeida Junior, diretor da Faculdade de Computação da UFMS comemora. &quot;Estamos muito felizes, batalhamos muito para que o Doutorado fosse aberto, mas ao mesmo tempo estamos cientes da grande responsabilidade que é manter um Doutorado&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Agora a FACOM irá implantar o curso, que tem início previsto pra agosto de 2010. O Doutorado em Ciência da Computação será uma associação entre a FACOM, que deterá a sede do curso, e o Instituto de Informática da Universidade Federal de Goiás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Karolina Dallegrave&lt;br /&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/17</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Universidade atua na implantação do Programa Brasileiro de Etiquetagem de edifícios </title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;As edificações de forma geral têm, segundo sua concepção de projeto, um bom ou mau desempenho térmico e eficiência energética. Tais atributos são definidos em projeto, desde sua implantação até a definição completa de seu envelope construído, passando pela adoção ou não de estratégias que podem evitar o desperdício de energia, tais como uso racional de água, divisão e dimensionamento das instalações elétricas e de ar condicionado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Por conta disso, torna-se necessário lembrar que o setor comercial é responsável pela má utilização de 20% do total de energia elétrica consumida no Brasil. Dados da Associação Brasileira de Empresas de Conservação de Energia (Abesco) mostram que no Brasil o desperdício anual de eletricidade gera um prejuízo de R$ 11 bilhões, o suficiente para abastecer uma cidade com mais de seis milhões de habitantes por um ano. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Para promover o uso racional e eficiente de energia, a Eletrobrás por meio do programa Procel EDIFICA, implantou, inicialmente, com a participação das universidades: PUC-PR, UFAL, UFPe, UFPel, UFRGS, UFMG, UFRN, Unb, UFBA, UFRJ,UFSC e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) a Rede de Eficiência Energética em Edificações (EEE), objetivando dar suporte aos programas voltados ao tema. Neste propósito, o Laboratório de Análise e Desenvolvimento de Edificações (Lade), da UFMS tornou-se, em 2007, Membro Fundador da Rede. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Uma das ações da Rede EEE é a implantação do Programa Brasileiro de Etiquetagem, que em sua primeira fase certificará prédios públicos, de serviços ou comerciais, com área construída igual ou superior a 500m² e/ou tensão de abastecimento igual ou superior a 2,3kV (alta tensão). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;A etiqueta a ser fornecida é semelhante às fornecidas aos eletrodomésticos que sabidamente influenciam o consumidor na hora da compra. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Segundo o coordenador do Lade, professor Wagner Andreasi, o laboratório está em um processo de capacitação para a formação de uma equipe que atuará na implantação do programa em Mato Grosso do Sul. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Também existe a possibilidade de que o Laboratório venha finalizar o processo de emissão das etiquetas, mas isso depende do nosso desempenho processo que ora participamos, relata Andreasi. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;O processo de etiquetagem atuará na fase de projeto, onde será expedida a Etiqueta de Projeto, como também nos projetos já executados, de onde poderá ser proposto seu retrofit. Ainda em todo projeto ou apenas em parte dele. A idéia do Programa é também formar consultores que darão suporte aos profissionais que atuam no mercado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;O professor informou ainda que provavelmente até o final deste ano deverá ser proposto para discussão o processo para a etiquetagem também de edifícios residenciais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;ACS/ Kleomar Carneiro (acadêmico de Jornalismo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/16</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Biblioteca da UFMS em Nova Andradina é referência no Vale do Ivinhema</title>
				<description>&lt;p&gt;O novo câmpus, já em operação, em Nova Andradina, consolida a vocação regional do município como pólo de educação superior de qualidade no cone sul de Mato Grosso do Sul, atraindo estudantes de todo o estado e também de São Paulo e do Paraná. Atualmente estudam na unidade cerca de 250 acadêmicos em três cursos de graduação: Administração, Geografia e História. No novo espaço construído atuam oito técnico-administrativos e dezessete docentes concursados. A infra-estrutura, de elevada qualidade, compreende computadores de última geração para as atividades administrativas, moderno laboratório de informática, ar condicionado e demais instalações, nas nove salas de aula, no auditório, nas salas administrativas e de professores. Segundo o professor Alexandre Pierezan, diretor do câmpus, o destaque fica por conta da nova biblioteca.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;A reitoria se empenhou em colocar aqui o que há de melhor. Desde o acervo, passando pelas instalações, até a infra-estrutura de equipamentos.  Dá orgulho trabalhar assim. Vou dizer uma coisa, só na biblioteca,  os investimentos iniciais,  veja bem, iniciais mesmo, passaram dos 250 mil reais. Ora, isso resultou na melhor biblioteca do Vale do Ivinhema e região oeste de São Paulo e norte do Paraná. Começo minha atividade tendo uma biblioteca que é referência na região sul do Estado e em outras paragens&quot;, avalia, otimista, o professor Pierezan.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Temos reiterado que nossa prioridade é uma instituição de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão. Os investimentos que fizemos para montar a Biblioteca de Nova Andradina atendem nossa meta  de melhorias na infra-estrutura  não só aos cursos de graduação, mas também à produção científica&quot;, explica a reitora, referindo-se à nova estrutura.&lt;/p&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Rubens Aquino&lt;/div&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/13</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Universidade desenvolve soluções para descarte de pesticidas</title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Mato Grosso do Sul possui grandes extensões de áreas cultivadas, por isso o consumo de pesticidas é bastante elevado na região. Essa prática, comum na agricultura moderna, se faz necessária para que os produtos do Estado se mantenham com preços competitivos no mercado, mas traz a poluição como lado negativo. Além disso, alguns tipos desses insumos químicos, de uso banido no Brasil e em diversos países, são confiscados em grandes quantidades, em contrabandos procedentes de países vizinhos. Vários problemas surgem neste contexto. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;O descarte apropriado tanto das embalagens utilizadas pelos produtores rurais quanto da carga de pesticidas apreendida na fronteira deve ser feito de maneira adequada para evitar que o meio-ambiente seja poluído. Dessa maneira, o projeto coordenado pelo Prof. Dr. Silvio César de Oliveira, titular do departamento de Química da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), atua para apresentar soluções sustentáveis para todas essas questões.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Intitulada &quot;Estudos para a preservação do meio ambiente em Mato Grosso do Sul: desenvolvimento de metodologia analítica e degradação de pesticidas&quot; a pesquisa propõe, em uma de suas frentes, o estudo de técnicas para proporcionar o manuseio adequado das embalagens de pesticidas e impedir que resíduos do produto vão para o solo ou então mananciais, contaminando fontes de água potável. Indo adiante, a pesquisa trabalha o desenvolvimento de técnicas de análise mais econômicas, mas que mantenham alta eficácia, para identificar os níveis de contaminação de determinada região.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Dados pesquisados pelo professor Silvio Oliveira apontam que milhões de agricultores são intoxicados anualmente no mundo e mais de 20 mil morrem em conseqüência da exposição a agrotóxicos. Em Mato Grosso do Sul, os municípios de Dourados e São Gabriel do Oeste representam as regiões que mais concentram o consumo de pesticidas. Como conseqüência direta desta atividade, Dourados registrou de  1992 a 2002  um elevado número de casos de intoxicações por pesticidas com significativos casos de mortes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Sendo assim, o projeto não visa somente contribuir com o estudo de processos de identificação e quantificação, mas também com o tratamento dessas substâncias remanescentes no solo ou na água, buscando sua eliminação completa do meio-ambiente. Esta frente da pesquisa estuda o desenvolvimento de equipamentos capazes de atuar na remoção de resíduos de insumos químicos, que tenham baixo custo, sejam de fácil manuseio e acessíveis aos produtores rurais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;O consumo de energia necessária para esse procedimento também é uma das preocupações, e nesse sentido, o professor Silvio buscou parceria com pesquisadores da Universidade de Barcelona para desenvolver e aplicar aqui técnicas para utilização de energia solar no processo, apresentando uma solução econômica e sustentável.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;O projeto é ligado aos Laboratórios de Pesquisa (LP) 6 e 5, o último também conhecido como Lepa (Grupo de Estudo de Eletroquímica e Eletroanalítica do Pantanal), o qual recentemente se associou ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), visando a resolução de questões ambientais. Sob a coordenação do professor Silvio estão cinco alunos de mestrado, uma bolsista do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;Programa Nacional de Pós-Doutoramento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt; (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;PNPD&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;), oito acadêmicos em iniciação científica e outros três professores: Amilcar Machulek Junior, Valdir de Souza Ferreira e Gilberto Maia. Uma recente parceria com o CNPq resultou na compra de um analisador de carbono, equipamento imprescindível para a continuidade e evolução nas pesquisas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Projeto: 2006/0261  DQI/CCET&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Título: Estudos para a preservação do meio ambiente em Mato Grosso do Sul: desenvolvimento de metodologia analítica e degradação de pesticidas.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Coordenador: Prof. Dr. Silvio César de Oliveira&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;ACS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/10</link>
				<guid isPermaLink="false">http://www-nt.ufms.br/research/view/id/10</guid>
			</item>
			
			<item>
				<title>Acadêmicos de Engenharia Elétrica ganham mais um prêmio </title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span&gt;Em julho deste ano, o Laboratório de Inteligência Artificial, Eletrônica de Potência, Sistemas Digitais, Acionamento de Máquinas e Energia, mais conhecido como BatLab, do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) trouxe para o Brasil o 1º lugar do desafio para estudantes do Instituto de Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas (IEEE).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span&gt;O IEEE é a mais importante Instituição deste segmento e a cada dois anos lança um desafio para as Universidades ou Faculdades que tenham estudantes de graduação nesta área. Os desafiados devem criar uma nova tecnologia, com tendência ou necessidade no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span&gt;Em 2009 os alunos da UFMS desenvolveram o projeto Motor de partida e alternador integrado para aplicações automotivas. Danucha Michelon Marchesin, participante do grupo, explica melhor como funciona a tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span&gt;É um único motor elétrico que une as funções de motor de partida e alternador. Em um carro convencional eles são componentes separados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span&gt;O coordenador do BatLab e do projeto, professor João Onofre Pereira Pinto, conta que em cidades com elevado fluxo de veículos o sistema proporcionará maior economia, por consumir menos combustível fóssil. Em conseqüência disso, a emissão de gases poluentes à atmosfera diminui quando comparada aos carros convencionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span&gt;Esta economia só ocorrerá em carros híbridos, nos carros convencionais os benefícios técnicos serão: facilidade de manutenção, eficiência otimizada, tamanho e peso reduzido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span&gt;Os vencedores do desafio foram anunciados no mês de julho em Chicago, nos Estados Unidos. Todos os participantes do projeto estavam no evento, onde os brasileiros levaram ainda os prêmios de Inovação Tecnológica, e Relatório e Apresentação. A premiação oficial ocorre &lt;span style=&quot;background:rgb(255,255,255) none repeat scroll 0% 0%;&quot;&gt;durante a Conferência IEEE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;ecapple-style-span&quot;&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span&gt; Energy Conversion Congress and Exposition (ECCE), em São José, Califórnia (EUA), de 20 a 24 de setembro de 2009. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span&gt;Karolina Dallegrave&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/8</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>Jornalismo tem parceria com Universidade de Barcelona</title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt; curso de Comunicação Social Habilitação em Jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) participa de um acordo de cooperação internacional com a Espanha. O projeto está inscrito na Capes Ministério da Educação e ao mesmo tempo na Direção Geral das Universidades da Espanha, órgão correspondente ao Ministério brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Esta parceria entre UFMS e Universidade Autônoma de Barcelona (UAB) teve início quando a professora Doutora Ruth Vianna, da Universidade Federal desenvolvia parte de seu projeto de linguagens das tecnologias audiovisuais em Barcelona com o professor &lt;span style=&quot;color:#000000;&quot;&gt;Àngel &lt;/span&gt;Rodríguez Bravo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Em 2007 ela foi convidada por &lt;span style=&quot;color:#000000;&quot;&gt;Àngel&lt;/span&gt;para trabalhar no Laboratório de Análises e Instrumentos Audiovisuais da Universidade espanhola. Desde então os dois pensavam em escrever um projeto de convênio entre as duas instituições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Em novembro de 2008 a Espanha aprovou a cooperação e em janeiro de 2009 a Capes deu seu parecer favorável. O objetivo do projeto das duas Universidades é fazer principalmente a pesquisa de protocolos de controle de qualidade dos conteúdos audiovisuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Ruth explica &quot;queremos identificar elementos variáveis para criar uma ferramenta que aponte quais conteúdos audiovisuais são bons ou não&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Outros objetivos da cooperação são gerar o intercâmbio entre professores, alunos e técnicos das duas instituições; criar novas pesquisas em conjunto e realizar cursos e eventos como a 1ª Jornada Internacional de Comunicação e 1º Curso de Atualização destinado a profissionais recém-graduados e docentes na área. Estes dois eventos contaram com a participação de professores da UAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A professora lembra que &quot;acordos internacionais impulsionam a criação de programas de Pós-graduação. São um bom currículo para a criação de um mestrado, por exemplo&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A cooperação entre a UFMS e a UAB vai até 2013 e irá proporcionar ainda materiais de consumo, bolsas sanduíches de doutorado e pós-doutorado, e ainda duas missões de trabalho de até 60 dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin:0cm 0cm 0pt;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin:0cm 0cm 0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;Karolina Dallegrave&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/9</link>
				<guid isPermaLink="false">http://www-nt.ufms.br/research/view/id/9</guid>
			</item>
			
			<item>
				<title>Morenão é capa de revista científica</title>
				<description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A edição, com tiragem de 5.000 exemplares, refere-se aos meses de abril, maio e junho de 2009, e traz o artigo em destaque na capa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;O professor de Engenharia Civil Ricardo Nakao conta que Avaliação de Patologias no Estádio Universitário Morenão é o resumo de um trabalho científico, apresentado no &lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:normal;&quot;&gt;50° Congresso Brasileiro do Concreto realizado em Salvador em 2008&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. O estudo que resultou no trabalho científico surgiu por conta do relatório do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), feito em 2007, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;A visita dos especialistas a 29 estádios de 17 capitais brasileiras resultou no Estudo sobre o estado de manutenção e condições dos estádios brasileiros. O relatório foi entregue aos responsáveis para providências. Na Universidade foi instituída uma comissão para avaliar o Morenão, formada pelo professor Odilar Costa Rondon, pelo engenheiro Fernando Massamori Asato, pelo representante do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso do Sul (CREA-MS), engenheiro Eduardo Aleixo e presidida pelo professor José Francisco de Lima, que teve a idéia de transformar o estádio em um autêntico laboratório didático, envolvendo os acadêmicos do 5º ano de Engenharia Civil e os professores Ricardo Nakao, Carlos Liberato Portugal e Sandra Regina Bertocini.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;Sob a coordenação do professor José Francisco e orientados pelos demais professores, os alunos fizeram a vistoria e a análise de toda a estrutura, realizaram ensaios de resistência e durabilidade e um levantamento da parte documental e histórica do estádio, relata o professor Nakao.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Um pouco de história &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;O Morenão foi inaugurado em 07 de março de 1971 e no ano seguinte teve sua primeira recuperação. Parte da marquise ruiu sobre a arquibancada vazia, duas horas após o término de um jogo. Foi feita a reconstituição da parte da laje e o reforço das vigas.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;Em 1982, numa vistoria de rotina, os técnicos do Escritório Técnico de Engenharia, antigo nome da Gerência de Projetos e Obras (GPO), identificaram uma série de fissuras na marquise. A administração entrou em contato com a empresa que projetou o estádio, e foi feito um programa de monitoramento e acompanhamento da estrutura. Em períodos de 24 horas, de três em três horas, eram avaliadas as variações das aberturas das fissuras em função das variações de temperatura.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;Após a recuperação, foram recomendados a impermeabilização e o sombreamento da marquise, no entanto, estes serviços não foram executados e colaboraram para o estado de deterioração no qual a marquise se encontrava em 2007, quando a comissão da UFMS fez outra vistoria.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;A comissão e os acadêmicos realizaram entrevistas com profissionais que participaram da construção e das recuperações do estádio, levantamento de documentação e ensaios. Os estudos apontaram para a segurança estrutural do estádio como um todo. O professor Nakao cita o artigo ao afirmar que apesar da necessidade de serviços de recuperação estrutural e manutenção localizados, o estado geral da estrutura permite que o estádio apresente condições de uso e atualmente os jogos acontecem normalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;O arquiteto, formado pela UFMS, Wellington Valério Villa Nova, além de participar da vistoria e dos ensaios, e de desenvolver a parte gráfica do artigo (os gráficos, fotos e ilustrações), atualizou o conteúdo com a inserção de informações sobre o Decreto n. 6.795 de 13 de março de 2009, que regulamenta o controle das condições sanitárias e de segurança dos estádios.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;Sobre o trabalho desenvolvido, arquiteto e professor, concluem que o artigo é atual e abrangente na maneira como aborda o passado, a atual situação e o futuro do estádio, vindo a praticamente antecipar a resolução do Governo Federal. Com o decreto, o que fizemos aqui no Morenão deverá ser feito em todos os grandes estádios brasileiros, só que aqui, com a participação dos acadêmicos e dos professores, o custo foi zero, com um ganho didático imensurável, complementa o professor Nakao.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size:8.5pt;font-family:Verdana;&quot;&gt;O artigo pode ser acessado no número 54 da Revista Concreto &amp;amp; Construções, disponível no site ibracon.org.br/publicações/Revista Concreto &amp;amp; Construções.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:8.5pt;font-family:Verdana;&quot;&gt;Ariane Comineti&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/7</link>
				<guid isPermaLink="false">http://www-nt.ufms.br/research/view/id/7</guid>
			</item>
			
			<item>
				<title>UTI cardiológica é referência em estudos no Estado</title>
				<description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12pt;&quot;&gt;A Unidade Coronariana do Núcleo Hospital Universitário (UCO/NHU) foi criada em julho de 1994 por intermédio dos profissionais de cardiologia que atuam na Instituição. Em junho de 1996, com o apoio da Direção do NHU e da Secretaria de Saúde do Estado, foi inaugurada a nova Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Cardiológica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12pt;&quot;&gt;Habilitada e preparada para realizar diversos procedimentos cirúrgicos da especialidade, a UCO é considerada uma das unidades de referência no diagnóstico, tratamento e cirurgia cardiovascular em Mato Grosso do Sul. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12pt;&quot;&gt;Com equipamentos apropriados e capacidade de nove leitos, sendo quatro para cirurgia cardíaca e cinco para pacientes clínicos, a unidade realiza média de 20 procedimentos de alta complexidade ao mês, com índices comparáveis às melhores Instituições do país, de acordo com a enfermeira chefe da UCO, Rosemary Uehara. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12pt;&quot;&gt;A equipe de enfermagem é composta por enfermeiros 24 horas e promove treinamento constante, estimulando o desenvolvimento pessoal. O setor conta também com um médico chefe responsável, um médico diarista e um corpo de plantonistas especialistas. Essa estrutura permite a aplicação uniforme e eficaz das condutas médicas, além de atualizações em cardiologia constantes na rotina da unidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12pt;&quot;&gt;Baseado no novo modelo de atendimento público hospitalar que prima pela eficiência e respeito ao usuário-paciente, a UCO vem resgatando a função primordial do NHU, o papel acadêmico. O serviço de cardiologia apresenta destaque e excelência em pesquisas clínicas com projetos desenvolvidos em parceria com instituições nacionais e internacionais instaladas na Europa, Estados Unidos, Canadá e Ásia.  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12pt;&quot;&gt;Se entrarmos no site de Harvard hoje, por exemplo, veremos o nome do HU como colaborador em estudos de ponta na área cardiológica. Isso é importante pois ressalta o Hospital como centro referência em estudos, afirma Delcio Gonçalves da Silva, médico diarista da Unidade Coronariana.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12pt;&quot;&gt;Os estudos tiveram início em 2005 e hoje são dez projetos com o envolvimento da unidade. De acordo com Delcio, os projetos são principalmente na área de coronopatia, que são doenças coronárias agudas e crônicas, como a arritmia, insuficiência cardíaca e a hipertensão arterial. Participam destes projetos alunos, docentes e equipe de enfermagem, que juntos mantêm os estudos acadêmicos e colaboram para o desenvolvimento científico e tecnológico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12pt;&quot;&gt;Para Rosemary é fundamental difundir a importância da produção científica em todas as áreas do conhecimento. É preciso contagiar cada servidor do hospital com essa filosofia de trabalho. Assim, poderemos resgatar o papel educacional e promotor de desenvolvimento científico da instituição, que além de atender ao usuário e formar profissionais da saúde, desenvolve novos conhecimentos contribuindo para ciência médica. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:12pt;&quot;&gt;Mayara Martins&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/6</link>
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			</item>
			
			<item>
				<title>PRIME/FINEP aprova projetos da UFMS</title>
				<description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style=&quot;text-indent:35.4pt;&quot;&gt;Equipamentos de microeletrônica, software para organização e implementação de concursos públicos, sistema de comunicação por rádio freqüência e produção de vídeo com tecnologia 3D são os projetos selecionados para participar do Programa Primeira Empresa Inovadora (PRIME), lançado pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, em Brasília.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-indent:35.4pt;&quot;&gt;Os projetos são desenvolvidos por alunos da graduação, mestrandos, professores e por pessoas da iniciativa privada. As atividades inicialmente científicas ganham contexto comercial e representam parte de um processo mais amplo, que consolida a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), como incubadora de empresas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-indent:35.4pt;&quot;&gt;Na Universidade a aprovação dos projetos foi feita por meio da Pantanal Incubadora Mista de Empresas, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPP). Sob a coordenação do professor do departamento de Engenharia Elétrica, João Onofre Pereira Pinto, as atividades da incubadora vêm obtendo resultados positivos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-indent:35.4pt;&quot;&gt;Cada um dos projetos, transformados em microempresas, selecionados pelo PRIME, concorre a R$ 120 mil, como incentivos e créditos para o desenvolvimento dos trabalhos. São bons frutos que colhemos pela seriedade com que encaramos cada iniciativa, avalia o professor João Onofre. De acordo com o docente as atividades da incubadora compreendem um completo sistema de orientação, consultoria, montagem, experimento da aplicabilidade dos projetos e providências para consultorias especializadas de outras instituições ou empreendimentos. Os empreendimentos orientados e aprovados, acabam por se tornar empresas referenciais, explica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-indent:35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:11pt;&quot;&gt;Os quatro projetos aprovados configuram-se em quatro novos cenários em favor do empreendedorismo em Mato Grosso do Sul. As pesquisas comprovam que a produção científica da Universidade pode e deve ser utilizada para a sociedade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-indent:35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:11pt;&quot;&gt;Um equipamento de microeletrônica, a etiqueta inteligente, apresenta ampla aplicabilidade no comércio varejista, principalmente em supermercados. O projeto desenvolvido pelos mestrandos &lt;/span&gt;Rene Alfonso Capitanio e André Muniz Soares&lt;span style=&quot;font-size:11pt;&quot;&gt; traz como inovação a possibilidade dos preços serem fixados eletronicamente e conectados, por meio de tecnologia da informação por rádio freqüência. A viabilização do estudo está sendo feita por meio da Hiperon Engenharia Ltda, especializada em desenvolvimento de equipamentos eletro-eletrônicos customizáveis, hardware e software. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-indent:35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:11pt;&quot;&gt;Já com relação a softwares inovadores a Olimpo MMHCC Tecnologia da Informação Ltda desenvolveu um sistema para organização e implementação de concursos públicos. Os programas de computador construídos para essa finalidade incrementam recursos de hipermídia para web. O projeto foi desenvolvido por&lt;/span&gt; Marcio Aparecido Inácio da Silva, Marcio Roberto Silva, Humberto Rafael Henrique Pereira e Hercules da Costa Sandim.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-indent:35.4pt;&quot;&gt;Os acadêmicos, agora sócios da WAT Consultoria Ltda ME, Luigi Galotto Junior e Ruben Barros Godoy desenvolveram uma interação entre as atividades de engenharia, com eletrônica e tecnologia da informação, por meio da criação de um sistema de comunicação por rádio freqüência para empresas com ampla utilização de energia renovável.  A idéia é disponibilizar aos usuários uma opção economicamente mais vantajosa do que a informática convencional.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-indent:35.4pt;&quot;&gt;Por fim, a produção de vídeo com tecnologia 3D ganha força de empreendimento tecnológico no campo da arte e da comunicação. O vídeo tridimensional desenvolvido como projeto de pesquisa na UFMS conquista novas fronteiras e abre vertentes para os campos da publicidade, do cinema e da produção de vídeos. A Photon 3D cinema e vídeo Ltda tem como sócios Sara Cristiane Jara Grubert e Hélio Augusto Godoy de Souza e atua como produtora de filmes, dedicando-se preferencialmente ao 3D, oferecendo soluções desde a filmagem, pós-produção (edição e montagem), até a exibição.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/5</link>
				<guid isPermaLink="false">http://www-nt.ufms.br/research/view/id/5</guid>
			</item>
			
			<item>
				<title>CCBS terá plano de gestão de resíduos</title>
				<description>&lt;p&gt;A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul prevê a implantação, já no ano que vem, em seu Centro de Ciências Biológicas e de Saúde, de um plano de gestão de resíduos. O plano é desenvolvido pela engenheira ambiental e mestranda em Tecnologias Ambientais, Marjolly Priscilla Shinzato, e será o resultado final de sua tese.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A idéia de desenvolver estudos visando a elaboração do Plano de Gestão dos Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) do Centro de Ciências Biológicas e de Saúde (CCBS/UFMS) surgiu ainda na faculdade quando Marjolly desenvolveu seu trabalho de conclusão de curso sobre os resíduos do Núcleo do Hospital Universitário (NHU). Ela conta que sua defesa fez parte de um grupo de alunos que desenvolveram um plano de gerenciamento, como esse que desenvolve agora, para o hospital. Trabalhamos com o Hospital Universitário desde 2004. Foram quatro trabalhos de conclusão e uma tese de mestrado sobre isso. Aí quando nos inscrevemos para o mestrado temos de apresentar um projeto de pesquisa e minha orientadora Sônia sugeriu continuar a pesquisa, mas com foco em outro local, no caso o CCBS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sônia Corina Hess é pós-doutora em química, professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul do Departamento de Hidráulica e Transportes (DHT) e orienta também outros alunos do mestrado em Tecnologias Ambientais, oferecido pelo Centro de Ciências Exatas e Tecnologia (CCET). Além da química orgânica, Sônia se interessa por saneamento ambiental e por isso sugeriu a gestão dos resíduos de serviços de saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Marjolly explica exatamente o que são esses resíduos: Resíduos de serviços de saúde são aqueles gerados por estabelecimentos ou serviços de saúde, como hospitais, clínicas, postos de saúde e instituições de ensino como aqui. Ela complementa que se interessa pela área por pensar nas maneiras de contaminação a que todos os envolvidos no descarte estão sujeitos, e, em especial, naqueles que reutilizam esses materiais sem conhecer os riscos. Ainda hoje existem pessoas que vivem nos lixões e elas podem se contaminar. &lt;/p&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;b&gt;O projeto de pesquisa &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;A pesquisa de Marjolly, intitulada Estudos visando a elaboração do Plano de Gestão dos Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) do Centro de Ciências Biológicas e de Saúde (CCBS/UFMS), tem o auxílio financeiro da Fundação de Apoio e Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia (Fundect). Ao todo são três pesquisadores, Marjolly e dois estagiários que cursam Engenharia Ambiental na UFMS, Douglas Macente do 3º ano e Matheus Mussi do 5º ano.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;A primeira fase dos estudos, iniciada em março de 2008, foi desenvolver e aplicar questionários para os técnicos de laboratório onde foram abordados, dentre outros assuntos, o tipo de material que é descartado, como é feito esse descarte, o horário de coleta e o tipo de recipiente utilizado. A segunda fase, que acontece agora, é o acompanhamento da rotina de cada laboratório. Normalmente quem me acompanha são os técnicos e cada laboratório tem o seu responsável. Acompanho também as aulas e vejo o que é feito do material utilizado ao final. Nessa fase os dois estagiários são responsáveis pela caracterização do laboratório e dos materiais, e pela avaliação dos riscos dos laboratórios.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Ainda em maio tem início a terceira fase da pesquisa, que é a pesagem dos resíduos e sua respectiva classificação. Vamos calcular a taxa de geração de resíduos do CCBS. Como não podemos separar nós mesmos, porque é perigoso e podemos inalar substâncias ou algo do tipo, nós classificamos o material segundo percentuais estabelecidos pelos autores de livros. Ao todo são cinco classes de materiais encontrados nos resíduos: infectante, perfuro-cortante, radioativo, químico, e comum.Serão feitas ainda mais duas pesagens ao longo do ano, e, como explica a pesquisadora, o processo é criterioso. Temos de pesar o lixo uma semana direto, todos os dias, todos os horários, não pode deixar escapar um saco de lixo, porque tem que saber tudo mesmo que é gerado.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;A partir da taxa de geração e da classificação é possível fazer o dimensionamento dos recipientes que receberão esse lixo, o abrigo temporário e o abrigo externo. Abrigos temporários são locais onde ficam os resíduos aguardando uma coleta geral dos sacos de resíduos para encaminhar ao abrigo externo, e o abrigo externo é um local exclusivo onde são colocados todos os resíduos para a coleta especial, então quem vai recolher para a destinação final não precisa passar de laboratório em laboratório.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;b&gt;O plano&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O desenvolvimento do plano tem como base as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mais especificamente a RDC Anvisa 306/2004 e os manuais que a Anvisa tem que explicam o que tem de fazer com esses resíduos, opções de descarte e sugestões, entre outros , explica Marjolly. &lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O plano deve conter indicações para todas as etapas do manejo de resíduos de serviços de saúde, desde a minimização da geração desses resíduos até a coleta edestinação final. Os outros processos intermediários são elencados pela pesquisadora: Tem de ter segregação no descarte, dimensionamento dos recipientes, recipientes adequados, abrigo temporário, meios de coleta interna, transporte interno para o abrigo externo, e um abrigo externo compatível.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O plano será entregue ao diretor do CCBS em fevereiro de 2010 e sua implantação já está prevista pela Pró-reitoria de Administração da UFMS. Estamos em fase de implantação da Comissão de Eficiência de Produtos e Serviços, e dentro dessa comissão há uma área destinada aos resíduos tóxicos e químicos. A pesquisa da Marjolly, assim como outras que estão sendo desenvolvidas, será um subsídio para melhorarmos a destinação desses resíduos dentro da instituição explica o Pró-reitor de Administração Julio Cesar Gonçalves.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Marjolly, que ministra aulas sobre descarte e destinação dos resíduos para os cursos de medicina, enfermagem, farmácia e biologia, complementa: É importante também a educação continuada. É preciso conscientizar os alunos ainda em formação para no futuro serem melhores profissionais e saberem destinar esses resíduos aos locais corretos.&lt;/div&gt;</description>
				<link>http://www-nt.ufms.br/research/view/id/4</link>
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			</item>
			
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